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Audioria da Receita Federal deve fiscalizar mil empresas de LondrinaA Receita Federal (RF) deve fiscalizar, a partir dessa segunda-feira (7), mil empresas de Londrina e região que fazem parte do Simples Nacional. De acordo com as informações da RF, as empresas terão suas contas fiscalizadas por graves evidências de sonegação fiscal que podem chegar a R$ 100 milhões.
De acordo com o delegado-adjunto, David de Oliveira, as evidências surgiram através do cruzamento de informações. “São diversas informações cruzadas que apresentaram essas evidências. Por exemplo, um empresa que declara R$ 20 mil e que a administradora de cartões de crédito informa um valor 10 vezes maior que isso”, explicou.
Ainda segundo ele, algumas empresas também tiveram o valor bruto muito maior do que foi declarado pela empresa no que ela emite através da nota fiscal. “Outras vezes foi possível observar a movimentação financeira, principalmente, em depósitos bancários”, ressaltou.
Os estabelecimentos que fazem parte do Simples podem ter faturamento real entre 10 e 20 vezes maior do que o valor declarado. Com a auditoria, a Receita Federal pretende que as empresas que forem autuadas possam recolher a diferença apurada, entre o valor bruto e o declarado, com multas que podem variar de 75% à 150% do tributo e podem, inclusive, serem desenquadradas do regime simplificado. “Além das multas, temos os juros por se tratar de geradores passados”, completou.
Segundo Oliveira, os responsáveis poderão ser apresentados à Justiça e responder por crime desonegação fiscal. “A receita tem um prazo longo para essa auditoria, mas nós pretendemos finalizar esse levantamento até o final do ano”, afirmou.
O Simples Nacional é o sistema simplificado de tributação sendo permitido para empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões ao ano. Esta opção reduz a carga tributária das empresas em até 70%.
A região de Londrina possui 60 mil cadastros de empresas incluídos no Simples, incluindo empresas de pequeno porte e micro empresários individuais. Essas empresas representam 10% dos tributos arrecadados.
Fonte: http://londrina.odiario.com/
Na última sexta, dia 02.03.2012, após 01 ano de treinamento na capital paranaense, o Diretor Comercial da empresa contábil Bonsenhor Contabilidade Sr. Fábio Bonsenhor, recebe o Selo Bronze na solenidade de abertura Enescopar das mãos da Lucélia Lecheta, presidente do CRC/PR.
Este projeto de qualificação consiste em 3 etapas de 01 ano cada uma, sendo no primeiro ano o selo Bronze, no segundo Prata (2012) e o último ano o Selo Ouro (2013).
“O Selo Bronze vem no ajudando muito na Gestão da Administrativa e Financeira da nossa empresa. Estamos nos qualificando a cada dia para sempre estarmos atualizados as novas exigências do mercado, buscando sempre superar as expectativas dos nossos clientes. Para 2012 vamos buscar o Selo Prata e em 2013 o Selo Ouro, serão mais 02 anos de estudos e aprimoramentos em busca da excelência”, diz Everaldo Bonsenhor, diretor geral.
A Bonsenhor Contabilidade pensando no bem estar de seus colaboradores implantou nesta terça, 28.02.2012, Ginástica Laboral, tendo como orientador o professor Thiago, da empresa TCN Saúde.
Serão aplicados exercícios de mobilização, alongamento, relaxamento e dinâmica de grupo dentro do local de trabalho, com o objetivo de diminuir os impactos físicos/mentais do dia-a-dia.
Fotos da aula inaugural
Maior parte da população receberá talão pelos Correios. Primeiro pagamento à vista poderá ser feito até o dia 10 de março
Quem quer se adiantar com o pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) pode acessar o site da prefeitura (www.pmpgua.com.br) e gerar o boleto bancário. Enquanto isso, os talões estão sendo separados por região para começar a entrega pela empresa de Correios e Telégrafos a partir desta semana.
Ontem, os talões chegaram na sede do Palácio São José e já começaram a ser separados para entrega.
De acordo com a secretária da Fazenda, Zenilda Costa, a entrega também será feita em três locais diferentes da cidade como Alexandra, Ilha dos Valadares e no CAIC.
“Também serão aproveitados os fiscais da secretaria de Urbanismo para fazer entrega em alguns locais onde há problema na numeração”, explicou Zenilda.
O contribuinte que não tiver acesso à internet também pode se encaminhar ao atendimento do Fácil Municipal (antigo Derim e Decar no Palácio São José) e solicitar a impressão da guia para pagamento além de tirar as dúvidas que possam existir. O atendimento acontece de segunda a sexta das 13h às 18h.
Para quem for pagar à vista, a primeira data de vencimento do IPTU é 10 de março, com desconto que pode chegar a até 20% (15% de desconto e mais 5% por assiduidade, ou seja, quem está com pagamento do imposto em dia).
Quem preferir pagar no dia 10 de abril terá desconto que pode chegar a 10% (5% de desconto e mais 5% por assiduidade).
Também será possível parcelar o IPTU de 2012 em até oito vezes. O desconto do valor venal, que serve de base para o cálculo do imposto, passou neste ano de R$ 25 mil para R$ 26.500.
Jornalista: Luciane Chiarelli
Fonte: http://www.paranagua.pr.gov.br/noticias.php?noticia_id=2994
Paranaguá poderá ser beneficiada com programa Bom Negócio
Prefeito Baka conhece o programa que visa fomentar o empreendedorismo na cidade

Jornalista: Luciane Chiarelli
Cerca de 80% dos investimentos viabilizados até agora pelo programa Paraná Competitivo serão feitos nas regiões de Curitiba e Ponta Grossa
O governo estadual não conseguiu, até agora, atrair novos projetos industriais para o interior do estado – a exceção é a região dos Campos Gerais, mais próxima da capital. Dos R$ 9 bilhões em investimentos captados pelo programa de incentivos Paraná Competitivo em 2011, 80% estão sendo aplicados nas regiões de Curitiba e de Ponta Grossa (a 117 quilômetros da capital). A forte concentração dos investimentos já faz o governo pensar em medidas mais agressivas – como redução tributária – para atrair investimentos para o interior.
A Secretaria de Indústria e Comércio está elaborando, há cerca de um mês, um estudo que prevê redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns municípios. A proposta será apresentada para a Secretaria de Fazenda. Segundo o governo, o estado negocia no momento R$ 15 bilhões em investimentos com cerca de 70 empresas por meio do Paraná Competitivo, que tem como principal benefício a prorrogação do prazo de recolhimento de ICMS. Mas a dificuldade está em convencer os empresários a optar pelas cidades mais distantes do Porto de Paranaguá. A norte-americana Cargill, por exemplo, recusou as ofertas de municípios do Norte do Paraná, região que é grande produtora de milho, para instalar sua nova unidade de processamento do grão. Optou por investir em Castro, na região dos Campos Gerais, por causa da facilidade de escoamento da produção. “O custo de frete para transportar um contêiner do porto para a Região Metropolitana de Curitiba é de R$ 1,2 mil. Para Maringá, esse valor sobe para R$ 2,8 mil. Para a empresa que exporta e importa, essa despesa acaba tendo impacto sobre o negócio e a decisão de onde investir”, afirma o secretário de Estado de Indústria e Comércio, Ricardo Barros. Segundo ele, o governo estuda usar três critérios para determinar a redução da alíquota de ICMS: a distância do município até a infraestrutura de escoamento da produção; o setor industrial envolvido; e seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e sua importância para o desenvolvimento do estado. “Ainda estamos vendo como essa redução do ICMS vai se dar, porque temos de respeitar o critério de isonomia, no mínimo, por setor industrial”, afirma. O desafio é reduzir a carga tributária sem comprometer o caixa do estado – o ICMS é a principal fonte de receita estadual –, além de evitar ações de outros estados contra a guerra fiscal no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Segundo Barros, a secretaria está mapeando a arrecadação de ICMS na indústria por município. “Hoje 39% da arrecadação do ICMS vem da indústria. Desse volume, menos de 10% vem do interior. Então calculamos que o impacto de desoneração tributária será pequeno e poderá ser mais que compensado pelos investimentos no médio prazo”, diz. A redução de ICMS deverá variar de município para município e será escalonada, de acordo com o tempo de maturação do investimento. Concentração Dos 17 principais projetos industriais enquadrados no Paraná Competitivo, sete estão situados na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e um no Litoral. Outros sete estão nos Campos Gerais. As regiões que têm atraído os investimentos já concentram riqueza no estado. A região de Curitiba e Litoral representa 46% do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense, e a de Ponta Grossa é a segunda mais industrializada do estado.
Programa prorroga recolhimento do tributo em até oito anos O programa Paraná Competitivo, lançado no início de 2011 pelo governo de Beto Richa, prevê a prorrogação do prazo de recolhimento do ICMS por um prazo entre dois e oito anos e igual período para quitar a dívida tributária. Assim, uma empresa pode ter de quatro a 16 anos para pagar todo o imposto devido. O incentivo vale tanto para instalação de novas empresas como para ampliações e modernizações de indústrias que já têm operações no estado. O programa também prevê incentivos para projetos de reativação de indústrias e empresas em recuperação judicial. Para manter o benefício fiscal, que pode abranger também o ICMS da energia elétrica consumida, as empresas têm de investir até 5% do valor do incentivo em programas de qualificação de trabalhadores. Ao contrário do programa de incentivos Bom Emprego, do governo anterior, de Roberto Requião, o Paraná Competitivo vale inclusive para a Região Metropolitana de Curitiba (RMC). No Bom Emprego, a RMC não podia ser enquadrada no pacote de benefícios, por ser considerada já bastante industrializada. Apesar do estímulo para forçar a ida de indústrias para o interior, a medida não surtiu efeito e a restrição acabou afugentando muitas empresas que tinham interesse em investir no estado. Pelo Paraná Competitivo, a empresa interessada pode prorrogar de 10% a 90% do ICMS, porcentual que é definido por um comitê que tem representantes das secretarias de Indústria e Comércio, Fazenda e Planejamento.
Receita Estadual vai usar poderoso sistema de cruzamento de dadosA Secretaria da Fazenda do Paraná será a primeira administração tributária do país a contar com nova tecnologia para dar mais agilidade e eficiência ao Fisco Estadual. A appliance de data warehouse permite análise de grande volume de dados, dezenas de vezes mais rápido que as soluções tradicionais. Essa tecnologia é a mais moderna para ambiente analítico e faz parte do Projeto Phoenix, em implantação para recuperar a área de tecnologia da informação, que está muito defasada.
A nova solução em informática foi adquirida em pregão eletrônico e vai permitir um enorme salto de qualidade na disponibilização de relatórios gerenciais para tomada de decisão pelos gestores da secretaria. Também trará avanço significativo na qualidade e eficiência no cruzamento de dados pela fiscalização tributária, uma vez que mais de 30 bases de dados serão especialmente preparadas para análises massivas.
Entre essas bases estão a nota fiscal eletrônica, a escrituração fiscal digital, o conhecimento de transporte eletrônico, além das tradicionais bases de dados como cadastro, guias de recolhimento, guias de apuração de ICMS, IPVA. O novo sistema também contempla consultoria (projeto, desenvolvimento e implantação) em aplicações voltadas a ambiente analítico de data warehouse, uma espécie de “armazém de dados”.
O Projeto Phoenix contempla ainda a aquisição de ferramentas de mineração e prospecção de dados (para análises, explorações e cruzamentos de dados) e de business intelligence (para criação e publicação de relatórios gerenciais para suporte à tomada de decisão), além da construção de um sistema integrado de auditoria fiscal.
Para entender mais:
Data warehouse (DW): trata-se de uma ampla base que integra dados de várias bases diferentes, sendo especialmente preparada para uso massivo de exploração e análise.
Appliance de Data Warehouse: consiste em um conjunto integrado de servidores, armazenamento (storage), sistema operacional, banco de dados e softwares pré-instalados e otimizados para análise massiva de grande volume de dados, oferecendo performance dezenas de vezes mais rápida do que soluções tradicionais de data warehouse.
Business Intelligence (BI): é o conjunto de ferramentas, técnicas e metodologias utilizadas para extrair e analisar dados para utilização específica de relatórios gerenciais com o objetivo de subsidiar o processo de tomada de decisão.
Mineração de dados (Data Mining): é o processo de explorar grandes volumes de dados para identificar padrões de comportamento e relacionamentos.

A Receita Estadual vai intensificar ainda mais seu trabalho de fiscalização em todo o Paraná. Programas como o Alerta Fiscal, que concentra a atuação dos auditores fiscais numa região do Estado durante uma semana, serão reforçados neste ano. O objetivo é fechar o cerco contra a sonegação. O próximo alerta está previsto para o final de março em uma das duas delegacias regionais sediadas em Curitiba.
Esta e outras decisões foram tomadas durante um seminário realizado nesta quinta e sexta-feira (9 e 10), na sede da Secretaria da Fazenda, para traçar o plano estratégico da Receita Estadual para os próximos anos. Todos os delegados regionais, assessores e a direção do órgão participaram da definição do novo plano de trabalho.
“O Fisco não vai deixar, em nenhum momento, de acompanhar os grandes contribuintes”, afirmou o diretor da Receita Estadual, Gilberto Della Colleta. Setores mais problemáticos e comprometidos com a sonegação de impostos, como o de combustíveis, serão acompanhados de perto.
No total, somente a dívida já ajuizada de contribuintes paranaenses chega a R$ 13 bilhões, dos quais 98% correspondem ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). A Receita Estadual pretende diminuir essa dívida para reforçar o caixa do Estado, do qual dependem os programas de governo para atendimento da população e implantação de obras de infraestrutura e desenvolvimento econômico do Paraná.
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